Viagem ao Centro do Chocolate
Charlie e a Fábrica de Chocolate é deliciosamente irresistível. Não enjoativamente xaroposo como o anterior Big Fish. Aí Tim Burton quis fazer um filme bonitinho e aqui Tim Burton quis fazer um filme divertido. E conseguiu.
Durante quase duas horas, o feiticeiro de Hollywood apresenta uma fábula colorida, mágica, musical e completamente fora das normas. A personagemWilly Wonka é mais um delírio feito à medida de Johnny Depp e podia perfeitamente pertencer a Bettle Juice – os Fantasmas Divertem-se. Aliás, este é o filme que recupera muito do que Burton deixou como marca pessoal no passado. Para isso, o realizador americano só precisou de viajar até Londres com um livro infantil à medida da sua criatividade sem limites.
Charlie e a Fábrica de Chocolate adapta uma obra do britânico Roald Dahl (excêntrico q.b.), o escritor ideal para as bizarrias de Tim Burton. Ele forneceu as personagens e os gags ideais para o realizador criar uma obra com os seus traços habituais: desde a recriação da cidade de contos de fadas à neve que continua cair desde Eduardo Mãos de Tesoura, ao humor satírico... A música (e voz) de Danny Elfman já não era tão fulcral desde O Estranho Mundo de Jack.
Falando de música, fala-se da grande descoberta de Charlie e a Fábrica de Chocolate: os Oompa Loompa. Não vale a pena revelar mais pormenores sobre estas pequenas criaturas nem sobre o filme. A única coisa que é urgente fazer é entrar nesta fábrica e deixar-se guiar por Willy Wonka, um fã de Kubrik ao que parece.
Crianças, levem os pais ao cinema ! E os primos, os irmãos e os esquilos amestrados ! Não é todos os dias que Willy Wonka abre as portas da sua casa nem é todos os dias que um filme consegue encher as medidas de miúdos e graúdos...
Durante quase duas horas, o feiticeiro de Hollywood apresenta uma fábula colorida, mágica, musical e completamente fora das normas. A personagemWilly Wonka é mais um delírio feito à medida de Johnny Depp e podia perfeitamente pertencer a Bettle Juice – os Fantasmas Divertem-se. Aliás, este é o filme que recupera muito do que Burton deixou como marca pessoal no passado. Para isso, o realizador americano só precisou de viajar até Londres com um livro infantil à medida da sua criatividade sem limites.
Charlie e a Fábrica de Chocolate adapta uma obra do britânico Roald Dahl (excêntrico q.b.), o escritor ideal para as bizarrias de Tim Burton. Ele forneceu as personagens e os gags ideais para o realizador criar uma obra com os seus traços habituais: desde a recriação da cidade de contos de fadas à neve que continua cair desde Eduardo Mãos de Tesoura, ao humor satírico... A música (e voz) de Danny Elfman já não era tão fulcral desde O Estranho Mundo de Jack.
Falando de música, fala-se da grande descoberta de Charlie e a Fábrica de Chocolate: os Oompa Loompa. Não vale a pena revelar mais pormenores sobre estas pequenas criaturas nem sobre o filme. A única coisa que é urgente fazer é entrar nesta fábrica e deixar-se guiar por Willy Wonka, um fã de Kubrik ao que parece.
Crianças, levem os pais ao cinema ! E os primos, os irmãos e os esquilos amestrados ! Não é todos os dias que Willy Wonka abre as portas da sua casa nem é todos os dias que um filme consegue encher as medidas de miúdos e graúdos...

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